13 de maio de 2020

Conhecendo a COVID-19


Conhecendo a COVID-19
Afinal o que sabenos sobre essa doença?

O que é COVID-19?
COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo novo coronavírus, identificado pela primeira vez em dezembro de 2019, em Wuhan, na China.
Quais são os sintomas de alguém infectado com COVID-19?
Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febre, cansaço e tosse seca. Alguns pacientes podem apresentar dores, congestão nasal, dor de cabeça, conjuntivite, dor de garganta, diarreia, perda de paladar ou olfato, erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. Algumas pessoas são infectadas, mas apresentam apenas sintomas muito leves.
A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento hospitalar. Uma em cada seis pessoas infectadas por COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade de respirar. As pessoas idosas e as que têm outras condições de saúde como pressão alta, problemas cardíacos e do pulmão, diabetes ou câncer, têm maior risco de ficarem gravemente doentes. No entanto, qualquer pessoa pode pegar o COVID-19 e ficar gravemente doente. Pessoas de todas as idades que apresentam febre e/ou tosse associada a dificuldade de respirar/falta de ar, dor/pressão no peito ou perda da fala ou movimento devem procurar atendimento médico imediatamente. Se possível, é recomendável ligar primeiro para a(o) médica(o) ou serviço de saúde, para que a(o) paciente possa ser encaminhada(o) para a clínica certa.

O que devo fazer se tiver sintomas de COVID-19 e quando devo procurar atendimento médico?
Se você tiver sintomas menores, como tosse leve ou febre leve, geralmente não há necessidade de procurar atendimento médico. Ficar em casa, fazer autoisolamento (conforme as orientações das autoridades nacionais) e monitorar seus sintomas.

No entanto, se você mora em uma área com malária ou dengue, é importante não ignorar os sintomas da febre. Procure ajuda médica. Ao comparecer ao serviço de saúde, use uma máscara se possível, mantenha pelo menos 1 metro de distância de outras pessoas e não toque nas superfícies com as mãos. Se for uma criança que estiver doente, ajude-a a seguir esta orientação.
Procure atendimento médico imediato se tiver dificuldade de respirar ou dor/pressão no peito. Se possível, ligue para o seu médico com antecedência, para que ele possa direcioná-lo para o centro de saúde certo.
Como o vírus responsável pela COVID-19 se espalha?
As pessoas podem pegar a COVID-19 de outras pessoas que têm o vírus. A doença pode ser transmitida, principalmente, de pessoa para pessoa por meio de gotículas do nariz ou da boca que se espalham quando uma pessoa com COVID-19 tosse, espirra ou fala. Essas gotículas são relativamente pesadas, não viajam longe e caem rapidamente no chão. As pessoas podem pegar a COVID-19 se respirarem essas gotículas de uma pessoa infectada pelo vírus. É por isso que é importante ficar pelo menos a 1 metro de distância dos outros.
As gotículas também podem pousar em objetos e superfícies ao redor da pessoa – como mesas, maçanetas, celulares e corrimãos. As pessoas podem pegar COVID-19 quando tocam nesses objetos ou superfícies com as mãos ou outra parte do corpo e, em seguida, tocam os olhos, nariz ou boca. É por isso que é importante lavar as mãos regularmente com água e sabão ou limpá-las com álcool em gel.

2 de abril de 2020

Prevenção à Convid 19 - Uso de máscaras

Prevenção à Convid 19 - Uso de máscaras

Qual é a orientação da OPAS e da OMS no que diz respeito ao uso de máscaras?
A OPAS e a OMS recomendam que as máscaras cirúrgicas sejam usadas por:
pessoas com sintomas respiratórios, como tosse ou dificuldade de respirar, inclusive ao procurar atendimento médico

  • profissionais de saúde e pessoas que prestam atendimento a indivíduos com sintomas respiratórios
  • profissionais de saúde, ao entrar em uma sala com pacientes ou tratar um indivíduo com sintomas respiratórios
O uso de máscaras não é necessário para pessoas que não apresentem sintomas respiratórios. No entanto, máscaras podem ser usadas em alguns países de acordo com os hábitos culturais locais.
As pessoas que usarem máscaras devem seguir as boas práticas de uso, remoção e descarte, assim como higienizar adequadamente as mãos antes e após a remoção. Devem também lembrar que o uso de máscaras deve ser sempre combinado com as outras medidas de proteção (veja a pergunta “O que posso fazer para me proteger e evitar transmitir para outras pessoas?”).
Aprenda a fazer uma máscara para a sua proteção:
Importante: sem usar máquina de costura!

Como colocar, usar, tirar e descartar uma máscara:
1. Lembre-se de que uma máscara deve ser usada apenas por profissionais de saúde, cuidadores e indivíduos com sintomas respiratórios, como febre e tosse.
2. Antes de tocar na máscara, limpe as mãos com um higienizador à base de álcool ou água e sabão
3. Pegue a máscara e verifique se está rasgada ou com buracos.
4. Oriente qual lado é o lado superior (onde está a tira de metal).
5. Assegure-se que o lado correto da máscara está voltado para fora (o lado colorido).
6. Coloque a máscara no seu rosto. Aperte a tira de metal ou a borda rígida da máscara para que ela se adapte ao formato do seu nariz.
7. Puxe a parte inferior da máscara para que ela cubra sua boca e seu queixo.
8. Após o uso, retire a máscara; remova as presilhas elásticas por trás das orelhas, mantendo a máscara afastada do rosto e das roupas, para evitar tocar nas superfícies potencialmente contaminadas da máscara.
9. Descarte a máscara em uma lixeira fechada imediatamente após o uso.
10. Higienize as mãos depois de tocar ou descartar a máscara – use um higienizador de mãos à base de álcool ou, se estiverem visivelmente sujas, lave as mãos com água e sabão.

Alguns países têm recomendado o uso de máscaras caseiras, feitas com panos. Atualmente, não há evidências científicas fortes de que isso terá um papel importante na redução da velocidade de transmissão da COVID-19.
Quanto tempo leva após a exposição ao COVID-19 para desenvolver sintomas?
O tempo entre a exposição à COVID-19 e o momento em que os sintomas começam (período de incubação) é geralmente de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

Quanto tempo o vírus sobrevive nas superfícies?
A coisa mais importante a saber sobre a presença de coronavírus em superfícies é que elas podem ser facilmente limpas com desinfetantes domésticos comuns, que matam o vírus. Estudos demonstraram que o vírus da COVID-19 pode sobreviver por até 72 horas em plástico e aço inoxidável, menos de 4 horas em cobre e menos de 24 horas em papelão. Como sempre, limpe suas mãos com um higienizador à base de álcool ou lave-as com água e sabão. Evite tocar nos olhos, na boca ou no nariz.


É seguro receber um pacote de qualquer área em que a COVID-19 tenha sido notificada?
Sim. A probabilidade de uma pessoa infectada contaminar mercadorias comerciais é baixa e o risco de pegar o vírus que causa a COVID-19 em um pacote que foi movido, transportado e exposto a diferentes condições e temperaturas também é baixo.

O que posso fazer para evitar a propagação da COVID-19 no meu local de trabalho?
Antes de viajar e com base nas informações mais atualizadas, seu local de trabalho deve avaliar os benefícios e riscos relacionados a planos de viagens. Evite enviar funcionários com maior risco de doenças graves (por exemplo, pessoas idosas e com condições de saúde como diabetes, doenças cardíacas e pulmonares) para áreas com propagação de COVID-19.

Além disso, as(os) funcionárias(os) que retornem de uma área com propagação de COVID-19 devem monitorar sintomas por 14 dias e medir a temperatura duas vezes ao dia. Se a(o) funcionária(o) tiver tosse leve ou febre baixa (ou seja, uma temperatura de 37,3 ºC ou mais), deve ficar em casa e se auto isolar. Isso significa evitar contato próximo (ficar a um metro de distância) com outras pessoas, incluindo membros da família. A pessoa também deve telefonar para seu profissional de saúde ou departamento de saúde pública local, fornecendo detalhes de viagens e sintomas recentes.
Funcionárias(os) também devem ser incentivadas(os) a lavarem as mãos regularmente e a manterem pelo menos um metro de distância de pessoas que estejam tossindo ou espirrando. Devem ainda cumprir as instruções das autoridades do local para onde estão viajando. Se, por exemplo, as autoridades locais lhes dizem para não ir a algum lugar, isso deve ser cumprido.

16 de março de 2020

Prevenção ao Coronavírus

Prevenção ao Coronavírus



#Fique em casa


Governo do Rio publica decreto com medidas contra coronavírus




Fábio Grellet
Rio

11/03/2020 23h34



O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), publicou em edição extra do Diário Oficial do Estado, na tarde desta quarta-feira, 11, um decreto que estabelece medidas para combater a expansão do novo coronavírus no Estado. A norma prevê o isolamento e a quarentena de pessoas suspeitas de estarem doentes ou acometidas pela covid-19, mas não estabelece em quais circunstâncias essas medidas serão adotadas. Isso deverá ser definido pela Secretaria de Estado de Saúde. 

Também estão previstas no decreto, e ainda sem regulamentação detalhada, medidas como a realização de exames médicos, testes laboratoriais, coleta de amostras clínicas, vacinação e outras medidas profiláticas, além de tratamentos médicos específicos, estudo ou investigação epidemiológica e exumação, necropsia, cremação e manejo de cadáver. Todos esses procedimentos terão de ser regulamentados pela pasta da Saúde. Foi criada ainda a possibilidade de requisição de bens e serviços de pessoas e empresas, hipótese em que será garantido o pagamento posterior de justa indenização.

"O decreto tem o objetivo de dar à Secretaria de Estado de Saúde mais agilidade no enfrentamento da crise, inclusive na compra de insumos, aluguel de equipamentos e construção de novos leitos. É um decreto que regulamenta em nível estadual a lei federal promulgada em fevereiro (lei 13.979, de 6 de fevereiro). Não há novidades no decreto. Na verdade, ele até repete alguns aspectos da legislação que já existe", disse o secretário de Saúde, Edmar Santos. O decreto também tem como base a Declaração de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

Casos. 
Até esta quarta, 13 casos da covid-19 foram confirmados no Estado do Rio, e existem outros 88 suspeitos sendo monitorados. Dos casos confirmados, 11 são de moradores da capital, 1 de Niterói (Região Metropolitana) e 1 de Barra Mansa (sul fluminense). Dos casos suspeitos, 48 são de moradores do Rio, 13 de Niterói, 6 de pessoas que moram no exterior e estão de passagem pelo Estado do Rio, 4 são de Barra Mansa e os demais, de outros 11 municípios fluminenses. 

"Reforço que, até o momento, continuamos sem transmissão ativa do vírus no Rio de Janeiro. Os casos confirmados até agora são importados do exterior. Permanecemos no nível zero do nosso plano de contingência. 

Alerto a população Alerto a população para os cuidados para prevenir o contágio, como higienizar as mãos com frequência e evitar levá-las ao rosto", recomendou o secretário Edmar Santos.
Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2020/03/11/governo-do-rio-publica-decreto-com-medidas-contra-coronavirus.htm?cmpid=copiaecola


Coronavírus: Witzel decreta suspensão de aulas em escolas públicas e particulares

A chegada da Convid 19 chegou ao rio de Janeiro e, como forma de prevenir a dissinação ainda maior, principalmente entre os nossos alunos, o governador Wilson Whitzel 
Fábio Grellet
Rio
11/03/2020 23h34
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), publicou em edição extra do Diário Oficial do Estado, na tarde desta quarta-feira, 11, um decreto que estabelece medidas para combater a expansão do novo coronavírus no Estado. A norma prevê o isolamento e a quarentena de pessoas suspeitas de estarem doentes ou acometidas pela covid-19, mas não estabelece em quais circunstâncias essas medidas serão adotadas. Isso deverá ser definido pela Secretaria de Estado de Saúde.
Também estão previstas no decreto, e ainda sem regulamentação detalhada, medidas como a realização de exames médicos, testes laboratoriais, coleta de amostras clínicas, vacinação e outras medidas profiláticas, além de tratamentos médicos específicos, estudo ou investigação epidemiológica e exumação, necropsia, cremação e manejo de cadáver. Todos esses procedimentos terão de ser regulamentados pela pasta da Saúde. Foi criada ainda a possibilidade de requisição de bens e serviços de pessoas e empresas, hipótese em que será garantido o pagamento posterior de justa indenização.
"O decreto tem o objetivo de dar à Secretaria de Estado de Saúde mais agilidade no enfrentamento da crise, inclusive na compra de insumos, aluguel de equipamentos e construção de novos leitos. É um decreto que regulamenta em nível estadual a lei federal promulgada em fevereiro (lei 13.979, de 6 de fevereiro). Não há novidades no decreto. Na verdade, ele até repete alguns aspectos da legislação que já existe", disse o secretário de Saúde, Edmar Santos. O decreto também tem como base a Declaração de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Casos. Até esta quarta, 13 casos da covid-19 foram confirmados no Estado do Rio, e existem outros 88 suspeitos sendo monitorados. Dos casos confirmados, 11 são de moradores da capital, 1 de Niterói (Região Metropolitana) e 1 de Barra Mansa (sul fluminense). Dos casos suspeitos, 48 são de moradores do Rio, 13 de Niterói, 6 de pessoas que moram no exterior e estão de passagem pelo Estado do Rio, 4 são de Barra Mansa e os demais, de outros 11 municípios fluminenses.
"Reforço que, até o momento, continuamos sem transmissão ativa do vírus no Rio de Janeiro. Os casos confirmados até agora são importados do exterior. Permanecemos no nível zero do nosso plano de contingência. Alerto a população para os cuidados para prevenir o contágio, como higienizar as mãos com frequência e evitar levá-las ao rosto", recomendou o secretário Edmar Santos.

19 de setembro de 2019

Felicidade - Marcelo Jeneci e Laura Lavieri

Papeando com os Autores


Papeando com Ronald Apolinário
Nesta quinta-feira, dia 19 de setembro, o Papeando com os Autores recebeu o escritor e professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Ronald Apolinário de Lira. Nosso convidado já fez parte da nossa equipe atuando mo CIEP 113 como professor de História do Ensino Médio.
Em seu bate-papo, com nossos alunos, o autor discutiu as motivações que levam os jovens à militância política.






18 de setembro de 2019

Papeando com os Autores

Papeando com Pedro Ferreira
Nesta quarta, dia 18 de setembro, o Papeando com os Autores recebeu o escritor e empresário Pedro Ferreira para um bate-papo sobre la importância da leitura e de sua atuação como escritor.
 
 
 
 
 
 
 

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